Tô meio que assim hoje.Feliz sem saber o porquê,sentindo falta de algo
que eu sei muito bem o que é.A esse sentimento misto,costumo chamar
de "quero ouvir música".
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Hello Stranger!
Oh, Charlie Brown, you know, you understand . Everthing is very confused here. All very difficult and sometimes I don't understand. Life is something inexplicable , time pressure on you and makes you think the other night. Be happy always seems to have a price or a fault . be free always seems to be wrong and no matter how immature it is, this feeling will not go away. Having a place to escape. I had , someone to hug, my friends but until I went private. But I don't blame anyone for this ,Charlie. I understand the needs of others before me and I know ,one day it will all fit and make sense. Hope before long, my friend Charlie. Sigh. "Sleep don't visit, so I choke on sun ...
Eu penso muito em como as coisas se mechem com o vento. Penso se eu, enquanto coisa, devo me mover com o vento também, ou preciso permanecer gente e aguentar firme a forma como ele me acerta. Duro como tronco de árvore ou leve, como as folhas da planta que deixei morrer na varanda. E assim caminha os dias. Eu o vejo balançar as árvores, levar sacolas, dobrar guarda chuvas, sem pensar muito no esforço o qual ele emprega em tudo isso. Na verdade, eu preciso só pensar nele mesmo, porque pensar no vento me alivia a alma. Como se fossemos antítese: aquele que arrebate tudo sem avisar ou pedir licença e o outro, que só observa e é atingido, vez em quando, pelas coisas que ele movimenta. De certa forma, me sinto meio vento, mas como aprendi a sintetizar meus sentimentos antes de me denominar qualquer coisa que seja, eu me sinto vento na forma. As vezes dissipo. As vezes me esvaio. As vezes nem apareço. E como o vento é parte de uma manifestação múltipla da natureza, que requer outros derivado...
Hoje me dei conta de que nunca mencionei pra ninguém sobre você. De certa forma, eu não mencionava sobre você nem pra mim mesmo, porque eu nunca entendi realmente tudo. Perdão. Nós éramos apenas duas crianças. Nossa única certeza era ter um ao outro nos finais de tarde, no quintal da sua casa. Você caminhava dando pulinhos, eu sempre achei isso cativante. Na verdade, sua presença me cativou para sempre. Não sei ao certo dizer se estávamos apaixonados, mas creio que sim. Eu não sabia ao certo o porque de você estar sempre com seus olhos preocupados e cheios de urgência. Depois de te conhecer melhor e conhecer seu mundo, creio que tudo pra você se tornava um medo real, de que por nenhum motivo em especial, você seria brutalmente espancado. Sabe, minha mãe fazia o mesmo, mas me lembro de achar que seus pais faziam isso de uma forma diferente. Duravam longos e angustiantes minutos. Amigo, eu não podia fazer nada a não ser esperar aterrorizado que você retornasse ao quarto, muita...
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