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I've said what I'd said and you know what I mean

ando me recordando de como costumava me sentir  das vezes que acordava pra ver o sol se levantando e o céu tomando aquela cor melancólica que se misturava com o preto ainda alto,as vezes meio laranja ou amarelo quando chovia. fumando um cigarro enquanto visualizava rostos nas silhuetas das árvores  ninguém nunca viu o mundo pela janela do meu quarto. eu venho guardando essa magia pra mim por tanto tempo o vento gelado que bate no rosto enquanto eu assisto as folhas dançarem. o meu drama.

este é um texto real e muito superficial

veja o que vocês fizeram. depois de tanto tempo sem escrever nada aqui, ou conversar comigo mesmo eu volto tomado desse torpor que eu costumava sentir todos os dias da minha vida a não muito tempo atrás. Vocês me fizeram acreditar que eu era feio, que meu nariz é escroto, que meu rosto era diferente demais de um padrão adequado, que eu tinha espinhas demais, mesmo sendo uma porra de uma criança. me lembro como se fosse hoje, de me sentar no banco da quadra da escola, olhar pra garota que eu gostava conversando com o guri que ela achava perfeito e pensar "mas porque deus ? eu tenho dois olhos e uma boca igual a ele" me lembro de sentir essa tristeza e raiva insana, eu já achava as pessoas repugnantes, mas sentia medo em demonstrar isso e chorava pra caralho eu senti necessidade de escrever isso, porque esse sentimento me acompanhou por muito tempo e me fez muito mal. Eu revejo todos vocês hoje, alguns desiludidos, acabados. Algumas, que costumavam ser as mais be...

bloco do eu sozinho

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necessito demais de contato humano. acho que nunca fui assim. gosto de considerar tudo como fases. To nessa fase estranha de ter que me conectar pessoalmente com gente e me sinto muito fútil por assumir isso. o que buk faria ? ritmo..ritmo de festa..
"Sometimes I think I have felt everything I'm ever gonna feel. And from here on out, I'm not gonna feel anything new. Just lesser versions of what I've already felt."  realmente.
We were fated to pretend .

o preceito do não-eu

eu acho que o que me condenou de vez, foi ler  portions of a wine-stained notebook talvez o Kerouac. Definitivamente o Kerouac. não caibo mais aqui, não aguento mais essa vida medíocre e sinto essa enorme sensação que de alguma forma, não posso me desperdiçar e que todos precisam presenciar como eu vejo o mundo. É quase desesperador mas ainda me vejo preso a ter que fazer todo dia o mesmo caminho tedioso, a ver as mesmas faces com sorrisos que não procuram se entender e aquelas que não se entendem e não sorriem. Acontece que da mesma forma que eu quero abraçar o mundo todo de uma vez e ser abraçado de volta, eu não quero me arriscar ou tenho muita preguiça de ter que sustentar todo esse espírito voraz pra sempre. essa é minha nova política do não-eu, que eu nem sei explicar aliás.
                nao confunda movimento com progresso
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